Inclusão Digital

Inclusão Digital nas Ondas do Rádio

Muitas localidades da Amazônia simplesmente não têm oferta de conexão à Internet, nem mesmo por meio de ligações telefônicas locais. Nas cidades em que esse serviço está disponível, o fraco desempenho e a pouca confiabilidade da conexão compromentem a sua qualidade.

Instalar cabos em uma cidade inteira é uma tarefa desafiadora e o altos custos da tarefa elevam em muito o tempo de retorno de investimento. O fator retorno de investimento é que torna atrativa a opção de conexão por meio de sinais de rádio pela tecnologia WiFi.

Seu município pode ter um sistema de distribuição de sua conexão principal à Internet entre as unidades administrativas. Escolas, unidades de saúde e órgãos administrativos podem usar a conexão via satélite através de uma rede por rádio.

O modelo proposto pela Amazônia Banda Larga se baseia na distribuição a diversos pontos clientes a partir de um ponto de presença central. A instalação seguirá o modelo ponto a multiponto, com uma antena omnidirecional no ponto de presença e uma antena unidirecional em cada um dos pontos clientes. Essas antenas permitem a criação de um circuito de dados com alguns quilômetros de raio entre pontos com visada direta.

Em cada computador cliente deve ser instalada uma placa de rede via rádio, com velocidade de até 11Mbps de taxa de transferência. Vale ressaltar que a velocidade real depende da visibilidade entre as antenas e que o sistema faz o chaveamento automático em taxas de 11, 10, 5, 4, 2 e 1 Mbps.



Com o apontamento correto entre as antenas e com o nível de sinal acima de 85% (oitenta e cinco por cento), a taxa de transmissão fica em 10 Mbps. Fatores que podem prejudicar o nível de serviço tais como obstáculos físicos à visada entre os pontos, fortes chuvas, perturbações solares e interferências de outros sistemas de rádio freqüência. Esses obstáculos podem ser reduzidos com a ampliação do ganho da antena ou da potência do rádio, respeitando a regulamentação para frequências livres.

Para evitar que pessoas não autorizadas acessem seu sinal e use sua conexão, a solução da Amazônia Banda Larga utiliza técnicas avançadas de criptografia e filtragem de dados de modo que somente os computadores configurados com essas chaves possam acessar o serviço.

Como medida adicional de segurança, será ativado o filtro de endereços MAC, que é um número individual de identificação de placas de rede. Dessa forma, somente os usuários cadastrados poderão acessar o serviço.

Esse serviço da Amazônia Banda Larga está disponível para Municípios e empresas privadas que queiram levar a inclusão digital nas ondas do rádio.

Para saber mais, preencha o formulário de contato com suas dúvidas e perguntas que nossos consultores terão o maior prazer em lhe atender.

 

Inclusão digital: instrumento no exercício da cidadania

Na era da globalização da economia e do conhecimento, o Brasil convive ainda hoje com uma parcela significativa da população que vive às margens das facilidades e benefícios gerados pela tecnologia. De acordo com dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil, 54,3% dos brasileiros nunca fizeram uso de um computador e 66,6% jamais acessaram qualquer informação na Internet.

O acesso à tecnologia da informação significa para muitos, em primeiro lugar, o livre exercício da cidadania. Além disso, encurta distâncias, oferecendo às comunidades que vivem afastadas dos grandes centros oportunidades que incluem a educação e a comunicação.

Para levar esses recursos a segmentos cada vez maiores da sociedade, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) criou, em 2005, um programa voltado à inclusão digital. Ele tem como objetivo oferecer acesso às tecnologias de informação e comunicação, e ao acervo de informações e de conhecimentos disponível em rede, contribuindo para que mais cidadãos brasileiros sejam incluídos socialmente.